Sonhei com Budapeste. Foi um sonho em duas partes. Na primeira, quase pesadelo, as palavras do húngaro apontavam seus acentos para mim, quais armas. Acordei assustado e tateei a cabeceira em busca do livro homônimo do Chico. Achei Estorvo e Leite Derramado mas, por algum motivo, Budapeste - meu preferido - havia voltado para a estante. Foi bom, dessa maneira tive que me levantar e aproveitei para beber um copo d'água.
A água e a história do Zsoze Kósta acalmaram meu coração e eu pude, então, sonhar a segunda parte. Dessa vez, as palavras estenderam seus acentos-mãos para mim, em acenos e abraços.
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Um comentário:
"Em Macau, Maputo, Meca, Bogotá
Que sonho é esse de que não se sai
E em que se vai trocando as pernas
E se cai e se levanta noutro sonho"
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